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Novo Hamburgo,04/03/2026

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'O crime organizado é o principal risco ao Brasil', diz Tarcísio


'O crime organizado é o principal risco ao Brasil', diz Tarcísio

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que o avanço do crime organizado é o maior risco ao Brasil, superando até o risco fiscal. Em publicações no X, ele comentou a megaoperação policial no Rio de Janeiro, que deixou mais de cem mortos, e destacou que o combate à criminalidade exige uma ação conjunta entre os governos. Segundo ele, a “ocupação territorial” por facções criminosas não pode mais ser tolerada, e é inaceitável que cidadãos sejam obrigados a abandonar suas casas ou negócios por ordens de criminosos.


Tarcísio defendeu o fortalecimento do controle de fronteiras, o combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do crime. Ele questionou como armas e drogas, majoritariamente importadas, chegam às comunidades do Rio, sugerindo falhas graves na fiscalização. Para o governador, é fundamental que o Estado recupere seu papel e devolva à população o direito de viver com segurança e dignidade. Em suas mensagens, ele ainda prestou solidariedade ao governador Cláudio Castro (PL) e às famílias dos policiais mortos durante a operação.


Após a operação contra o Comando Vermelho, governadores de perfil mais à direita manifestaram apoio a Cláudio Castro. Durante uma videoconferência na manhã de quarta-feira, 29, os líderes discutiram estratégias de segurança pública e reafirmaram a necessidade de integração entre os estados para enfrentar o crime organizado. Participaram da reunião Tarcísio de Freitas (São Paulo), Ronaldo Caiado (Goiás), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Jorginho Mello (Santa Catarina).


O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), foi convidado, mas não pôde comparecer por compromissos externos; ainda assim, colocou tropas à disposição do Rio de Janeiro. Ronaldo Caiado também ofereceu apoio direto, afirmando que as forças de Goiás poderiam auxiliar na segurança fluminense. Cláudio Castro classificou o encontro como um gesto de solidariedade e enfatizou que o foco das discussões foi exclusivamente o combate às lideranças criminosas no estado do Rio, visto por todos como o epicentro da crise de segurança pública.




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